Esse blog foi criado para todos aqueles que acham que tudo é mais gostoso com limão e alem do mais histórias do gênero Yaoi para otakus .
quinta-feira, 4 de julho de 2013
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Capítulo 4 – Vampire Kiss
Mais um corpo foi encontrado hoje nas ruas de Nagoya . A vítima tinha várias escoriações espalhadas pelo corpo. O caso está sendo investigado pela polícia de...”
+ + +
Nagoya. Uma pequena cidade japonesa. Há 3 meses, começou a acontecer uma grande quantidade de misteriosos assassinatos em série nesta cidade que fora um dia tão pacata. - Então, a aula acaba aqui por hoje. Ah, Kotaro, certo? Pode vir comigo um minuto? “ O que foi aquilo...? Um sonho? Realidade? Não entendo mais nada... E também, Aki-chan disse que ele era um vampiro...? Eu preciso ir embora daqui... Preciso sair daqui, mas...” - AI! Não faz isso! Machuca muito! - Meu corpo... não se mexe... Que lugar é esse...?
- Kotaro-kun! Se apresse e vá logo!
- Tá...
Kotaro estuda junto com Akihito, seu único amigo. Kotaro sempre foi tímido, então não foi capaz de fazer muitos amigos.
- Olá, classe. Sou seu novo instrutor, Enrico François. É um prazer conhecê-los.
- Né, Kotaro, esse professor não é meio estranho? Acho que ele tá olhando pra você...
- Aki-chan, não fale assim... Nós nem o conhecemos ainda...
Enrico o olhava fixamente. Tinha olhos de um azul profundo e cabelos pretos.
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- Ah, tá... Aki-chan, nos falamos mais tarde então...
- Não quer que eu fique?
- Não será necessário que fiquem os dois. Eu só preciso de ajuda com algumas coisas. Você pode vir comigo, Kotaro?
- Sim...
- Tudo bem então, mas se precisar de alguma coisa, me liga.
- OK...
O professor e seu aluno voltam para a sala de aula. Enrico tranca a porta e joga Kotaro na parede, segurando seus braços com força. Kotaro não entende nada e só fica olhando o rosto do professor.
- Kotaro, seu sangue cheira tão bem...
- O meu… sangue…?
- Tenho vontade de comê-lo inteiro, mas eu não poderia fazer isso com um garoto tão fofo desse jeito…
- Do que você tá falando?
- Eu quero sugá-lo inteiro, morder seu pescoço e fazer com que obedeça a mim e somente a mim.
Enrico faz um movimento com a perna e a deixa no meio das pernas de Kotaro. O garoto não conseguia se mexer, estava hipnotizado pelos olhos daquele que estava à sua frente.
- Não se preocupe... isso vai acabar logo.
As presas daquele vampiro estavam prestes a furar sua pele. De repente, Akihito se joga em cima de Enrico:
- KOTARO, CORRE!!!
Não conseguia ouvir nada... Sua mente estava em qualquer outro lugar, menos ali. Se passavam muitas coisas em sua cabeça, que rodava. Seu corpo estava imóvel.
- TÁ ESPERANDO O QUE, KOTARO? VAI LOGO!!!
-... Ah, tá!
- O que posso fazer com alguém que deixa minha presa escapar, eu estava esperando por ele há muitos anos... Não me diga que a quer só pra você, vampiro.
- Eu soube quem era você assim que o vi entrar... Então o culpado dos assassinatos era mesmo você!
- Cale a boca, você não deve falar assim com um vampiro superior, moleque!
Enrico gira o corpo e inverte a situação, fazendo com que o corpo de Akihito ficasse por baixo do seu. Seu olhos, agora, se transformavam em um vermelho-sangue, o que revelava sua fome e sua vontade de saciá-la desesperadamente. Uma pequena lambida na boca e no pescoço, lhe dando uma dentada tão profunda que faz com que seu sangue espirre por todos os lados.
- Sangue de vampiro não é tão bom assim, mesmo depois de um ano desde a nossa última vez juntos. Você não deveria se revoltar contra seu mestre, garoto.
Enrico sai de cima de Akihito, que se torcia, lambuzado com seu próprio sangue. Não podia se esquecer de sua última noite com aquele que lhe tornara uma criatura das sombras. Aquela noite em que céu e inferno se encontraram naquele quarto de hotel escuro e sombrio na França.
“ Eu te amo, Aki-chan, mas... se eu não fizer isso, não conseguirei mais viver com você”.
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- Meu querido Kotaro, não seja tímido! Venha dar as boas vindas ao seu novo sensei! ...te achei!
Lágrimas caiam involuntariamente de seus olhos enquanto ele via as roupas cheias de sangue daquele que chamavam de “sensei”. Estava horrorizado com o que via. Uma vermelhidão escorria de sua boca, um sorriso pretensioso lhe estampava a face, mostrando-lhe presas afiadas prontas para lhe arrancar pedaços de sua carne aos montes e lhe fazer gritar.
- Não chore, garoto. Ver seu rosto assim me deixa com mais vontade de lhe devorar.
- Mas... vampiros não existem! É impossível!
- Não é tão impossível quando tem um bem à sua frente, não é? Apenas me deixe sugá-lo devagar e ver a vida esvair de seus olhos...
- COMO SE EU FOSSE DEIXAR, IDIOTA!
Sua pele queimava, uma cruz em sua mão, sangue por toda sua roupa, olhos vermelhos como sangue.
- Se vai ficar segurando isso até que eu saia de perto do seu amigo, perde seu tempo. Eu tenho a pedra de sangue, olhe!
O cordão que balançava em seu pescoço era incomum. Uma medalha circular onde caracteres romanos e eslavos estavam gravados. Em seu centro, havia o rosto de um homem, muito parecido com o Drácula do Castelo de Bran.
- Kotaro... sai daqui... não quero que veja... a minha...
Akihito cai no chão enquanto olhava o rosto de seu amado. Palavras sem som saiam de sua boca. Quando Kotaro finalmente as entendeu, era tarde demais... “Aishiteru, Kotaro. Saia logo daqui... e salve a si mes…”
Aquilo que parecia-se com “vida” já não estava mais ali.
- Aki-chan? Aki-chan? Não brinque comigo numa hora dessas... Aki-chan...
“ Kotaro, esse professor não é meio estranho? Acho que ele tá olhando pra você...”
“ KOTARO, CORRE! TÁ ESPERANDO O QUE, KOTARO? VAI LOGO!”
- Não adianta pensar nisso agora... Ele já morreu... e deixou você sozinho comigo... Eu não vou machucar você, eu prometo.
- Por que... eu acreditaria... POR QUE EU ACREDITARIA NISSO!?
- Porque você sabe que estou dizendo a verdade, Kotaro. Se eu realmente quisesse, você já estaria morto. Mas, não é isso que eu quero... apenas... seja meu amante, Kotaro.
- EU NÃO POSSO SER AMANTE DE ALGUÉM QUE MATOU O MEU AMIGO!
- Você sabe que não foi culpa minha, não é? A culpa, na verdade, foi sua.
- Como assim...?
- Ele soube que eu estava interessado em você desde o começo, por isso ele veio atrás de mim. Ele queria você. Mas na verdade sabia que eu não ia te matar, sabia que você se tornaria meu namorado, e não o dele.
“Aishiteru, Kotaro...”
- Assim parece mais dois animais brigando por uma fêmea...
- Mas é exatamente isso! Você emite um odor feminino, por isso me interessei por você!
- MAS EU NÃO SOU UMA MENINA, DROGA!!!
- Eu sei que não é. Ele também sabia. Por isso ele nunca te disse nada, idiota.
- Mas...
- Deixe disso, garoto. O corpo dele já se tornou cinzas faz tempo... Ele deve estar em um outro lugar agora... Vamos! Eu te levo pro seu dormitório...
- NÃO PRECISA!
- Ora, vamos! Que rosto vermelho é esse?
- NÃO TÁ VERMELHO! É MENTIRA, MENTIRA!
- Tá, tá... vamos logo...
Enrico levanta o garoto no colo e começa a carregá-lo:
- NÃO PRECISO QUE VOCÊ ME CARREGUE! EU POSSO ANDAR SOZINHO!
- Mentira. Você machucou sua perna antes, não é? (sussurro) Eu vou fazer você sarar rapidinho...
+ + +
- Essa é a minha primeira vez fazendo isso desse jeito. Eu quero saber se você aguenta.
- AI! DESSE JEITO DÓI MAIS AINDA!
- Desculpe... É que eu nunca tentei enfaixar a perna de alguém, então...
- AI! FALA SÉRIO! DA ISSO AQUI, DEIXA QUE EU FAÇO ENTÃO!
- Nada disso! Eu tenho que aprender a cuidar bem do meu namorado.
- Namo... QUEM DISSE QUE EU ACEITEI ISSO, IDIOTA! O QUÊ!?
Enrico se joga em cima de Kotaro:
- EU disse! Tem alguma coisa contra?
- NÃO TENHO NÃO!!!
- Ótimo, então...
Olhares se encontram. Suas mãos gélidas deslizam por seu rosto. Lábios se tocam gentilmente. A boca se abre lentamente enquanto a língua é posta para fora, com o intuito de tocar os lábios do outro, fazendo-os se abrirem em uma pequena abertura. A língua inquieta do ser noturno adentra em sua boca. As mãos deslizam suavemente para dentro da blusa, então pôde-se ouvir um pequeno gemido.
- Enrico-san, você não pode fazer isso... se não... eu vou...
- Vai o quê? Eu nem fiz nada ainda...
Sua mão desliza para dentro das calças dele e lhe acaricia o ânus suavemente, o que faz com que gemidos comecem a ficar cada vez mais altos, até se tornarem gritos de prazer. Os gritos ecoavam naquela sala vazia. As mãos gélidas daquele ser lhe tocavam o corpo inteiro, aquilo fazia sua pele se arrepiar. Sua calça fora abaixada até os calcanhares, e a mão dele segurava seu pênis enquanto ele lambia seu topo. Quando o enfiou completamente dentro da boca, sentiu um prazer imenso. Não conseguia mais se conter e soltou um pequeno esguicho involuntário, que acabou acertando o rosto de Enrico.
- Ah, me desculpe! Saiu sem querer! Eu não queria...
- Tudo bem... Isso é bom...
Ele passou a mão por seu rosto e começou a lamber aquele esporo branco que escorria dela.
- Vamos continuar...
Ele mesmo abaixou suas calças e o puxou para cima de si. O corpo suado do humano em seu colo o fazia sentir-se feliz.
+ + +
- Você esta em minha casa, Kotaro.
- Ah, sei... PERAÍ, QUE HORAS SÃO!?
- 8:00AM. Por que?
- Como assim “por que”? Eu tenho que ir pra escola! AGORA!
- Certo, certo... Eu disse que você não se sente muito bem e que não poderá ir.
- MAS É ESTRANHO UM SENSEI CUIDAR DO ALUNO!
- Eu disse que era seu tio...
- ... Por que?
- Porque eu queria me aproveitar mais do Kotaro. Queria passar mais tempo com ele já que agora ele é meu namorado.
- Mas eu não disse que concordava com isso...
- Mas não teve objeção, o que diz que você aceitou.
- Ah, droga... Que seja então... eu não vou conseguir me livrar de você mesmo, não é?
- Claro que não. Você NÃO QUER se livrar de mim, não é?
- AH, NÃO, NÃO! EU NÃO DISSE QUE QUERIA... Enrico... -san?
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Capitulo 3 - Romance á Luz de Velas
Soichiro voltava para casa após um dia exaustivo. Como de costume, passava na loja de conveniência para pegar alguma coisa para comer. Quando saia da loja, um homem o pegou pelas costas, cobrindo seu rosto e o sufocando com um pano.
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“ Que lugar é esse...? Não consigo ver quase nada... Que... quarto estranho...”
Suichiro acorda num quarto vermelho, iluminado apenas por velas. Conseguia-se ver algumas ferramentas estranhas: facas, lanças, correntes, agulhas, seringas, uma prateleira com tesouras, alicates, pinças... Haviam também vários açoites de ferro, algemas, bisturis, etc. Assustado, Suichiro tenta fugir ao perceber que seus pés e pulsos estão atados à algumas correntes reforçadas que ali estavam.
“ POR QUE ESTOU AMARRADO!? E AMORDAÇADO TAMBÉM!? AH, PUTA QUE PARIU!!!”
Demorou muito até que percebesse que havia uma sombra o observando o tempo todo. Suichiro até então não estava pensando em mais nada. Seus olhos lacrimejavam, ele estava nu, urinando em si mesmo. A sombra se mexeu e começou a pegar alguns “utensílios” e colocá-los em uma mesinha à frente de Suichiro, lhe mostrando os itens como se estivesse treinando um cãozinho.
- Então... Suichiro, não é? Quer brincar um pouco comigo?
No mesmo instante, Suichiro balança a cabeça negativamente. A sombra lhe dá um tapa e pergunta novamente:
-Quer brincar comigo?
Meio em dúvida, Suichiro afirma lentamente com a cabeça.
- Vamos brincar então! Você é um belo estrangeiro, o que faz na Itália? Ah! Desculpe... Eu vou tirar isto de você...
Assim que a sombra se aproxima, Suichiro pode ver seu rosto. Era incrivelmente bonito, parecia ser alto também. Por um instante, Suichiro não se sentiu tão assustado.
- Pode me responder agora?
- ...
- Não precisa ter tanto medo de mim dessa forma. Apenas me obedeça como um cão à seu dono e eu não lhe farei nada de tão ruim...
- ...Quem é você?
- Cães obedientes não fazem perguntas, apenas obedecem!
O homem levantou-lhe a mão mais uma vez, mas parou antes de acertar o rosto de Suichirou:
- Tive uma ideia melhor... Você sabe o que tem nessa seringa?
Suichirou balança a cabeça negativamente, não sabia de nada que pudesse vir dele.
- Pimenta arde muito quando em contato com a nossa língua,mas... o que acontece quando é injetada diretamente nas veias?
- Você não está pensando em...
- É, estou pensando sim! Mas apenas se você não me responder obedientemente como uma criança bem educada...
- Eu vim pra Itália estudar...
- Onde?
- Isso não importa...
O homem levanta-se e começa a amarrar um cordão no braço de Suichirou, que tenta se debater, mas as correntes estavam apertadas demais e ele não conseguia se mover.
- TÁ BOM, TÁ BOM! EU FALO!
- Tarde demais...
O homem dá tapinhas no braço de Suichirou para que as veias aparecessem. Assim que a primeira veia surge, o homem leva a agulha ao braço do garoto e começa a empurrar o líquido. Suichirou começa a sentir seu braço ferver, em seguida o pescoço, até que a sensação lhe tomasse o corpo inteiro. Seu corpo fervia dos pés à cabeça e suor brotava de todos os poros de sua pele.
- PARA COM ISSO! POR FAVOR!
- Assim está melhor... Muito melhor! E então, onde você estuda?
- University of Roma, La Sapienza...
- A melhor universidade da Itália, é? Você é mesmo um cachorrinho esperto...
- EU NÃO SOU CACHORRINHO! MUITO MENOS O SEU!
- Que rude... O que posso usar em você agora? O bisturi ou o alicate?
- TÁ BOM, EU NÃO FAÇO MAIS...
- E o cão começa a entender... Mesmo assim, vou usar um açoite em você. Gosto de ver seu rostinho expressando dor...
- Me matar logo não seria mais fácil?
- Talvez, mas eu não quero matar você, só quero que você seja meu brinquedinho... Me chamo Giulio Albertini.
Giulio, então, passa o açoite por trás do pescoço de Suichiro e lhe beija a boca. Suichiro tenta livrar-se dele, porém, como não consegue, morde seus lábios e os faz sangrar:
- Então é assim que você quer brincar, não é?
- EU NUNCA DISSE QUE QUERIA BRINCAR COM VOCÊ!
- Como não? Você afirmou com a cabeça aquela hora.
“ Você fala como se eu pudesse me lembrar de alguma coisa com você me tratando desse jeito...”
Giulio estica suas mãos para o rosto de Suichiro e o acaricia levemente. Passa os dedos por pescoço e os sobe novamente até a boca, os enfiando dentro dela:
- Chupe, mas sem morder. Senão vou ter que lhe corrigir novamente.
- Xó a ingexão com pimentha não foi xufixienc?
- Hahaha, que gracinha... Você é uma criança por acaso? Não fique rejeitando aquilo que seu dono lhe dá, isso pode fazê-lo ficar com ódio e começar a machucá-lo. Chupe logo de uma vez. E sem morder...
Suichiro o fez, obedientemente, como o “dono” mandou. Porém, Giulio começava a pôr os dedos mais adentro, fazendo-o ter ânsias e começar a tremer.
- Então é só até esse ponto que você aguenta... Parece que nunca chupou ninguém antes...
- MAS É CLARO QUE NUNCA FIZ ISSO!!! EU NÃO SOU HOMO!!!
- É engraçado como você fica vermelho ao dizer isso... Se é assim... A parte de trás também...
- EU NUNCA DEI PRA NINGUÉM, SE É O QUE QUER SABER!!!
- Virgem, é? Assim é melhor, mas... acho que vai doer um pouco...
Os olhos de Suichiro quase saltaram para fora das órbitas.
- Sua inocência é fascinante! Tenho certeza de que também nunca teve chance com uma mulher.
- PRA SUA INFORMAÇÃO, EU JÁ NAMOREI COM VARIAS GAROTAS NO Meu país... O que está fazendo?
- Não é obvio? Estou tirando minhas roupas... E seu rosto me diz que é mentira.
- COMO PODE TER TANTA CERTEZA!?
- É porque seus olhos desviaram pra direita enquanto você falava, isso é uma das provas de que você estava mentindo pra mim. Seu tom de voz estava agitado, outra prova de que estava mentindo... E então? Qual é a sua verdade?
- Ah... Espera! Isso não importa!
- Não mesmo, não é?
- AI!!! ESSA COISA DÓI PRA CARALHO!!! AI!!! PÁRA DE ME DAR CHIBATADA!!! AI!!! EI, PÁRA COM... AI!!!
- Isso é divertido!!! Já que o efeito da pimenta já passou, eu estava ficando entediado...
Giulio de repente se abaixa e lambe o abdômen de Suichiro, que imediatamente solta um pequeno gemido e se contorce um pouco. Giulio sorri e o morde, deixando uma marca roxa em seu peito. Ele o arranha brutamente e o acaricia, morde-o, deixa várias marcas de arranhões, enquanto Suichirou só conseguia se contorcer.
- Vejo que a brincadeira está ficando interessante pra você também...
Descendo sua mão até o meio das pernas de Suichirou, começa a acariciá-lo suavemente e depois o segura com força
- CARALHO, ISSO DÓI!!!
Um novo sorriso brota no rosto de Giulio, como se dissesse “é pra doer mesmo!”. Então, como se soubesse o que Suichirou estava pensando, o apertou com ainda mais força.
- DESSE JEITO VOCÊ VAI ME DEIXAR ALEIJADO!
Um pouco de gozo espirra, melando a mão de Giulio, que a leva até a boca e começa a lamber. Suichirou olha para aquilo com uma mistura de nojo e prazer inexplicável. Giulio solta um pouco as correntes que prendem Suichirou à cama e segura seus braços enquanto o levanta pelo quadril:
- Você não pode fugir de mim, garoto. Você NÃO QUER fugir...
Não havendo resposta, Giulio move seus quadris pra frente:
- Parece que você está um pouco apertado aqui... Isso vai terminar logo, eu prometo...
- Se você quisesse mesmo terminar logo com isso, usaria logo um lubrificante! AH!
- Com lubrificante não teria graça, já que eu não poderia ver seu rosto assim...
Giulio se debruça sobre Suichiro e começa a morder seu pescoço devagar e depois mais forte, conforme ia penetrando seu corpo e sentindo-o chocar-se contra si, devagar... Os gritos de Suichiro e seu rosto vermelho o agradavam, o faziam ir com cada vez mais pressa, mais força, querendo mais e mais entocar coisas nele. Querendo ouvir seus gritos dias e noites inteiras, por horas e horas sem parar. Queria vê-lo sofrer, fazê-lo sofrer, sentir seu corpo, sentir o prazer de rasgar toda sua carne e se lambuzar com seu sangue, seu gozo, fazê-lo seu. Enquanto os gritos de Suichiro continuassem, ele estaria feliz.
- Albertini-san, isso dói... Pare com... isso... Por favor! AH! AH!
- Como se eu pudesse parar te ouvindo gritar assim...
“ Sádico... TOTALMENTE SÁDICO! Se ele soubesse como isso dói... Talvez ele não fizesse isso com as pessoas... O QUE ELE TÁ...!?”
Giulio retira seu membro de dentro de Suichiro e beija seu corpo, descendo devagar, dando algumas mordidas para que ouvisse alguns gemidos de Suichiro enquanto via o corpo do garoto se arrepiar, manifestando seus desejos. Ao chegar entre suas pernas, o segurou com as duas mãos e dava pequenas lambidas na ponta, até que:
- AI! NÃO MORDE AI NÃO!!!
- Desculpe, não resisti...
Da boca de Suichiroi saia apenas gemidos, mas seus pensamentos voavam em sua mente, estava passando pelo inferno e pelo céu ao mesmo tempo. Já não conseguia diferenciar dor e prazer àquela altura, e não se importava se iria diferenciar ou não naquele momento. Lhe importava somente que estava ali, fazendo isso com um homem sádico que sequer conhecia, que o levava aos céus ao mesmo tempo que lhe trazia dor e sofrimento. Era tratado como um cão que estava ali apenas para satisfazer seu mestre.
Giulio o envolveu completamente com sua boca enquanto olhava maliciosamente para Suichiro, todo vermelho, com o corpo completamente suado, que deixava aqueles lençóis vermelhos molhados, numa mistura de gozo, baba e suor. Giulio senta-se no colo de Suichiro e o puxa para beijá-lo enquanto ainda revira-se em cima dele.
O rosto de Suichiro refletia em um espelho no teto. Seus rosto refletido naquele espelho fazia com que se envergonhasse de si mesmo, mas ainda sim não conseguia pedir para que Giulio parasse. Não queria que parasse, não parava de pensar que fazer isso com um homem fosse tão doloroso... E excitante! A luz das velas lhe fazia parecer pior do que já estava. O lugar estava muito quente... Não sabia se era seu corpo ou se era por causa das velas. Tudo lhe parecia tão magicamente erótico do que realmente era. As velas, o homem de olhar calmo que agora lhe segurava os cabelos... Até mesmo aquelas ferramentas estranhas espalhadas pelo quarto, a selvageria com que os dois faziam, as dores que sentia.
A parafina lhe escorria pelo corpo, queimando sua pele. O toque daquele homem o fazia tremer. Tão feroz... Arrancava-lhe pedaços, fazia seu sangue escorrer com suas mordidas... Debruçava-se sobre ele e lhe mordia os lábios. A parafina lhe queimava. Tudo estava quente demais, até que, finalmente, parou. Um pano o sufocava novamente.
- Desculpe...Não podemos mais nos ver...
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Suichiro acorda em seu quarto, seu corpo estava cheio de feridas. Aos poucos, se lembra de tudo o que aconteceu. “ Desculpe... Não podemos mais nos ver...”
- Por que...? Por que não...?
Seu corpo não se mexia, sentia dores em todos os lugares e tudo o que podia lembrar era de um romance à luz de velas e de um nome falso: Giulio Albertini."
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Capitulo 2 - Acampamento ao luar
Me chamo Joseph Brow, 32 anos. Sou professor de Medicina na Universidade de Cambridge. - Professor! Você vai? - Do que você tá falando? - Da excursão ao acampamento antes das férias... - Ah, era disso? Acho que vou sim... - Sério mesmo!? Richard! O professor vai!!! “ O que acontece com os jovens de hoje? Fala sério... Ele não faz parte do... Ah faz parte sim...” FÃ CLUBE DO PROFESSOR BROWN é como chamam... Nunca vi nenhum propósito nisso, além do mais que só tem três garotos nesse grupo. E eu sempre pensei que essa coisa de fã clube era coisa pra garotas... Parece que as coisas estão mudando... Ou não... - Ah! CHRISTOPHER! POR QUE VOCÊ TÁ AQUI! - Só vim fazer uma visita e perguntar se você vai naquele bar comigo hoje! Parece que eles têm alguns novos Strip... - Shh! Cala a boca! - Hm... Por aqui não sabem que você é... - CALA A BOCA!!! - Não precisa ficar tão bravo, Darlin’! Você está muito tenso... Por que não passa na minha casa pra gente... - Tá, eu vou hoje! Tá bom assim? - Que cruel, Darlin’! E eu que pensei que te levaria mais uma vez... De qualquer forma, aparece por lá às 20h. Não esquece, tá? - Já entendi! Agora sai daqui! Esta me atrapalhando! - Tá bom, tá bom!!! Te vejo mais tarde então, né? - Tá... AAAAAAAAAHHH!!! AS AULAS ESTÃO TODAS BAGUNÇADAS, Jesus...
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“ Por algum motivo, tenho a sensação de estar sendo observado... Deve ser só impressão...” - Professor!!! Você também vem no bar de Stripers, é? “ Então não era só impressão, é...?” - Oi... Ah... Quem são vocês mesmo...? - Harry e Richard... 3° Ano de Medicina... - Ah, sim, sim... Christopher, eu já to indo! - Por que tão cedo, Darlin’...!? Fica mais um pouco... Eu posso te levar pra casa depois e fazer uma... - TCHAU, CHRISTOPHER!!! - Que cruel, Darlin’... - Por que o professor correu assim...? - Sei lá... - Professor? Ele dá aula pra vocês? - Sim... E ele vai em uma excursão com a gente! Quer vir junto? - Excursão? Pra onde? - Pra um acampamento perto do... - Você disse ACAMPAMENTO!? É CLARO QUE EU QUERO IR!!! Ficar no matinho junto do Darlin’... Que sonho!!! Quando é? - Ah... Na próxima sexta... Eu acho... Mas tem que pagar 250,00£ pra ir... - EU PAGO! EU PAGO! - Então... A gente já tava indo embora... - Ah, já? Fiquem mais um pouco! - Não dá! A gente têm um trabalho pra entregar antes das férias! - Não dá mesmo! Tchau! - Que cruel! As pessoas estão mesmo me evitando hoje...
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- Então, entrem logo!!! Bando de molengas!!! - Professor!!! - DAAAAAAAAAAAARLIIIIIIIIIIIIN’!!! CHEGUEI!!! - Sério... ele veio mesmo... - Onde você vai assim? - Vou pro acampamento com você, né, Darlin’! Aquelas gracinhas ali me convidaram! - Sério... Então sobe logo! Anda! - Que cruel, Darlin’! Isso é jeito de falar com alguém que já... - CALA A BOCA E SOBE LOGO ANTES QUE EU TE FAÇA DE FOGUEIRA! - Que cruel, Darlin’! Bom, pelo menos o fogo já tá aceso, né? - Meu DEEEEEEEEEEEEEEEEUUSS!!!
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Chegamos no acampamento por volta das 19h30, nos separamos em 12 grupos, com 4 pessoas cada, sendo que os grupos ficariam longe uns dos outros. Pro meu azar, Richard, Christopher e Harry caíram no mesmo grupo que eu. - Certo, vamos cozinhar alguma coisa! - A comida do Darlin’ é maravilhosa! - Como você sabe, Chris? - Eu experimentei uma vez que eu fui fazer umas coisinhas na casa dele... AI! ISSO DOEU! - Pare de ficar contando histórias imaginárias e me ajuda aqui, idiota! - Que cruel, Darlin’! Eu já tava indo... - Vocês dois aí, arranjem alguma coisa pra fazer também! - SIM! - Sim, professor... - A lua cheia está tão linda! - Esta mesmo, Darlin’. - EU JÁ NÃO FALEI PRA PARAR DE ME CHAMAR ASSIM! ISSO É ESTRANHO! Ah , deixa pra lá... - Darlin’, eu trouxe algumas garrafas de sakê. Quer um pouco? - Você não podia trazer isso aqui...! - Pare de ser tão certinho sempre! Aqui, pega logo. Meninos, vocês querem sakê? - Sakê? - A gente podia trazer isso? - Não importa! Apenas peguem logo!
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Depois de muita bebida alcoólica e piadas sem graça, fomos todos dormir pra acordar bem cedo no dia seguinte, porém: “ Ahn? Que horas são? Preciso ir no banheiro... MAS O QUE...? POR QUE ISSO TÁ ASSIM? NÃO ERA PRA ESTAR ASSIM! EU BEBI!” - O que...? Por que isso tá assim? Ah, professor, você também acordou? - Vocês também? Professor, tá muito quente aqui dentro! Abre a janela um pouco... - Calem a boca vocês três, eu to tentando dormir aqui, Darlin’s... - Eu vo abrir a janela, espera ai... AI! Minhas pernas estão estranhas... Acho que eu preciso ir no banheiro... - Então vai logo, vocês não me deixam dormir... - Eu não consigo levantar, acho que eu bebi demais... - Que saco Darlin’, vamos, eu te ajudo... - NÃO PRECISA CHRIS, SAI PRA LÁ! - O que é isso debaixo da coberta? Você dormiu com uma lanterna, professor? - Lanterna? Mas eu não lembro de ter pego nenhuma... AH, LANTERNA! CLARO, CLARO! DORMI COM UMA AQUI DO LADO SIM! HAHA... HAHA... - Esta mentindo, Darlin’! O que tem ai embaixo? - NÃO TEM NADA! NADA! - Anda logo! Me deixa ver! - NÃO, SAI PRA LÁ! ESPERA! NÃO PUXA A COBERTA! - CARAMBA PROFESSOR! - NUNCA IMAGINEI QUE O SEU FOSSE ASSIM, PROFESSOR! - É tão grande...! - EU QUERO PEGAR! - Ele tá excitado...! - DO QUE VOCÊS TÃO FALANDO!? EU SÓ QUERO IR NO BANHEIRO!!! - Deve tá doendo... - Vamos lá, Darlin’, eu te ajudo com isso... - NÃO PRECISA!!! EU SEI ME VIRAR SOZINHO!!! É SÓ ME LEVAR NO BANHEIRO QUE EU... SAI PRA LÁ, SEU PERVERTIDO! - Ele está mesmo excitado... - Harry, para de resmungar e vamos logo ajudar o professor com isso! - Ah, tá bom... Eu ajudo então... - Se apressem logo vocês dois! Ele não para de se mexer! - EU POSSO FAZER ISSO SOZINHO, CHRIS! AH... - Eu nem encostei em você direito e você já tá gemendo! Que fofinho Darlin’! Richard e Harry já tinham tirado a roupa e se aproximavam de mim. Lambendo, mordendo meu pescoço, puxando meu cabelo, colocando suas mãos em meu pau excitado, me fazendo ter o céu e o inferno naquele momento. Até então, eu já me encontrava completamente nu em uma cabana com outros três homens que avançavam em meio à escuridão e tumulto. Em algum momento, alguém me levantou e me deixou cair em seu colo. Sentir aquela coisa dura e quente entrando em meu corpo me fez gritar. Só sei que, alguns minutos depois, meu anus começava a arder. Eu não sabia se estava sentindo mais dor ou mais prazer naquele momento... enquanto fazia com que eu subisse e descesse em cima dele, outros dois me lambiam, me chupavam, me mordiam, deixavam suas marcas por todo o meu corpo, e eu não conseguia fazer nada além de deixar que o fizessem. - Deixe um pouco pra mim também! - O professor é mesmo uma perdição... Depois de algum tempo, eu estava em pé, encostado na parede da cabana com alguém atrás da pessoa que estava atrás de mim, enquanto tinha outro na minha frente, lambendo a cabeça e depois o enfiando inteiro na garganta. Quando eu pensei que tinha acabado, alguém entro na minha frente e ficava repetindo “ me puxa, me puxa!” sem parar, e, quando o puxei, ele soltou um grito tão doce e prazeroso que me fez puxar com cada vez mais força. Quando finalmente me dou conta de que estava de olhos fechados o tempo todo, abro-os e me deparo com Harry ajoelhado, com o rosto encostado no chão, olhando-me com o canto dos olhos. Do outro lado do mesmo cômodo, encostados na parede, Chris e Harry se beijavam ardentemente enquanto mexiam no pênis um do outro, quando, de repente, Harry empurra Chris no chão e sobe em seu colo, repetindo seu nome sem parar, dando gritinhos, quicando em seu colo, enquanto o outro apenas sorria com a cabeça jogada pra trás. Eu via quatro caras transando, porra espalhada por todos os lados, a pica dura de quatro caras lambuzada com uma coisa branca e gosmenta misturada com baba. Um cheiro forte de sakê corroia meu nariz enquanto sentia meu anus gosmento e dolorido. Não me lembro de mais nada daquela noite..."
sábado, 4 de maio de 2013
Apenas Um Desejo - capitulo 1
- E foi isso que aconteceu... Cara, hoje meu sobrinho me pergunto o que é porra! Hahaha...!
- Como assim seu sobrinho não sabe o que é isso?
- Cara, ele só tem 5 anos, foi a primeira vez na vida que ele ouviu essa palavra!
- Ah, tá... E daí? O que você respondeu?
- Eu disse: “Uma gosma de branca, mucosa, que você toca com a palma da mão e a sente pegajosa, espalhada, melosa, pela mão. Uma cachoeira de esporo branco, o que você solta pelo pau. Saindo direto daquele lugar duro, lambuzado por baba e gozo.”
- Cara, como você é nojento!! Depois dessa eu to saindo daqui! Vou tomar banho!!
- Ok! Eu vou depois, então...
Depois dessa conversa, Masato sai do dormitório e começa a se despir. Sem que o percebesse, Jack o espiava pelo buraco da fechadura:
-Meu Deus, que maravilha!! Que corpo! Já não aguento mais esperar... Quero aquele corpo pra mim!!!
Jack arromba a porta do banheiro e, Masato, em meio ao susto, vira-se nu para seu amigo e pergunta:
- Caralho, cara!!! Que porra é essa!?
Jack pula pra cima de Masato e começa a acariciar suas coxas e seu pênis, que já começa a ficar ereto
- CARA, TIRA A MÃO DAÍ!! CÊ TÁ LOUCO!?
- Mas é claro que sim, querido. Se prepare, pois isso apenas começou...
Após dizer estas palavras, Jack lhe dá um beijo e começa a lamber o pescoço de Masato, descendo logo para a região entre suas coxas enquanto o outro debatia-se em desespero, tentando livrar-se de Jack:
- Por que não relaxa um pouco? Me deixe apenas... Ah mas que belo rosto! Isso me deixa cada vez mais excitado!
Jack começa a abrir o zíper de sua calça e pôr o membro, totalmente duro, para fora de sua cueca
- NÃO BRINCA COMIGO SEU FILHO DA PUTA!! Ah...!
Masato sente uma dor vindo de seu traseiro: “ O que é isso? Dói muito! Mas... Está, quente... Quente... Dentro de mim... Por que...? Por que isso está acontecendo...!?”
- Ah, olha só... Já está saindo... E eu só estava te chupando há dois segundos!
- Não diga isso...
- Ah, que gracinha... Seu rosto esta todo vermelho...
Jack goza dentro e solta um gemido de satisfação, caindo, cansado, ao lado de Masato, que o olha com cara de dor e prazer ao mesmo tempo.
- Não foi tão ruim, não é? Eu sei que deve estar doendo aí atrás, mas não se preocupe, da próxima vez, usaremos um lubrificante. Eu prometo.
- COMO SE ALGO ASSIM FOSSE ACONTECER DE NOVO!!! MALDITO!!!
Masato tenta se levantar e dar um soco em Jack, mas, assim que se levanta, cai no chão novamente:
- MINHA COLUNA! EU TÔ TODO QUEBRADO!!! EI! VOLTA AQUI, MALDITO!!! EU NÃO TE MATEI AINDA!!!
-Me mate de prazer da próxima vez então... Até logo...
-ESPERA VOLTA AQUI!!! EI! Mas o que...!?
Quando Masato se levanta, sente algo gosmento descendo por sua perna. Saindo de seu anus ardido, uma gosma branca, nojenta, asquerosa... Aquilo saindo dali o assustava e o confundia mais ainda...
Ligou a ducha. Enquanto a água lhe caia sobre a cabeça, não parava de pensar no que havia acontecido: “ Desgraçado... Por culpa dele minha bunda tá ardendo... Mas... Aquela sensação... Por mais estranho que seja, não foi uma sensação tão ruim assim... MAS O QUE EU TÔ PENSANDO!? ELE É UM HOMEM!!! UM HOMEM!!!”
Por mais que tentasse afastar aqueles pensamentos, não conseguia... Ele queria mais, queria senti-lo novamente, queria passar suas mãos naquele enorme lugar e sentir o gozo escorrendo lentamente por suas mãos...
+ + +
No dia seguinte, ainda chocado com pensamentos que ele nunca teve antes, Masato vai à aula normalmente e encontra sua namorada Yoi no corredor: “ É mesmo, me esqueci dela... Eu devia ter ligado ontem à noite... E se, por algum motivo, ela descobrir que eu... IMPOSSÍVEL, ALGO ASSIM NUNCA VAI ACONTECER!!! A não ser que... E SE ELE CONTOU ALGUMA COISA PRA ELA!? O QUE EU FAÇO DA MINHA VIDA!? ELA VAI ESPALHAR ISSO PELA ESCOLA INTEIRA E...”
- SATO-KUN!!! NÃO TÁ ME OUVINDO!?
- Yoi-chan... Foi mal... Pode repetir o que disse?
-Como eu pensei, você nem me escuta mais... Poderia ser... VOCÊ TÁ ME TRAINDO!?
- NÃO, Yoi-chan, é só que... ESPERA, VOLTA AQUI!!! Mas que saco!!! Ela nunca ouve mesmo... Deixa pra lá, depois eu falo com ela direito...
-Nada disso, depois nós dois vamos ter uma diversãozinha à sós...
Masato sentiu arrepios só de ouvir a voz de Jack vindo às suas costas. Virou-se lentamente e deparou-se como sorriso malicioso no rosto dele:
- Ei, Masato-kun... Esta pra cima... Exatamente do jeito que eu gosto...
Jack molha os lábios enquanto Masato o olha fixamente. Quando Jack dá um passo em sua direção, Masato corre em direção à sala de aula: “Por que ele tinha que aparecer hoje!? E ainda mais me dizer aquilo com aquela expressão no rosto!?”
- EU TÔ LOUCO PRA MATAR ALGUÉM HOJE!!!
+ + +
No término das aulas, Masato vê Yoi conversando com alguém. Ela olha para ele e começa a chama-lo. Ao se aproximar, Masato vê Jack ao lado de Yoi e dá um sorriso forçado:
- Yo, Jack. Tudo bem?
- Depois da ultima noite, melhor impossível!!!
- O que aconteceu ontem à noite, Jack-san?
- Nada de tão interessante assim, Yoi, deixa isso pra lá... Ei Masato, posso falar com você depois? Sobre o trabalho de Geometria...
- Que trabalho de Geometria?
- O TRABALHO de Geometria, Masato! Você esta muito distraído hoje!
- Né, Sato-kun... Por que você tá “muito distraído hoje”?
- Não é nada, Yoi-chan!!! Ele que tá inventando coisas...
- Jack-san, VOCÊ sabe de alguma coisa, não é?
- O que? Seu “Sato-kun” esta aprontando alguma coisa?
- O QUÊ!? EU NÃO TÔ FAZENDO NADA!
- Como eu pensei, Sato-kun esta me traindo... SATO-KUN! NÃO ADIANTA SAIR DE FININHO!!! EU VOU DESCOBRIR QUEM É ESSA PUTA!!!
“ Como se você tivesse realmente certeza... Se ela soubesse o que aconteceu ontem à noite...”
+ + +
Assim que Masato chego no dormitório, Jack entra atrás dele:
- O que você tá fazendo aqui!?
- Não precisa se preocupar, “MEU” Sato-kun... Hoje eu trouxe umas coisinhas pra gente brincar...
- NADA DISSO!!! VOCÊ VAI SAIR DAQUI AGORA!!! NÃO!!! PARA COM IS...
Jack joga Masato na cama e desliza para cima de seu corpo, passando sua língua pelo pescoço de Masato e colocando suavemente sua mão por cima de sua calça, massageando seu pênis:
- O você tá fazendo, Jack... –san...
- Isso é bom, certo? Tenho certeza que a Yoi-chan não tem feito isso direito... Vamos deixar o Sato-kun sem palavras agora?
Jack abriu a calça de Masato e enfiou a mão dentro de sua cueca, fazendo movimentos para cima e para baixo, movendo-o com habilidade e o deixando duro:
- Ah, isso é bom! Vamos tirar essa roupa... Esta me atrapalhando...
Jack começa a tirar a roupa, sua e de Masato que, agora, já não resistia mais:
- O que... O que... eu tenho que fazer... agora...?
- Hum, não vai resistir mais?
- Eu... não consigo...
- Nesse caso, então eu vou... passar um pouco disso aqui...
- COBERTURA DE CHOCOLATE!?
- É, assim eu posso misturar com o seu leite... Vai ter um gosto tão bom...
Depois de passar a cobertura na cabeça do pênis de Masato, Jack dá uma lambida e depois o envolve com toda a sua boca, sugando-a enquanto Masato gemia de prazer. De repente, a porta é aberta com toda a força:
- MATSUDA MASATO!!! O QUE VOCÊ Esta fazen...
- YOI-CHAN!!!
- O que você está fazendo aqui, sua intrometida?
- Então, vocês dois estavam...
- Cala a boca, sua vadia... Você atrapalhou o meu entretenimento...
- Jack... como você pôde...? Eu pensei que você era meu amigo...
- Sinceramente, COMO VOCÊ É BURRA!!! EU SÓ VIREI SEU AMIGO PORQUE ESTAVA INTERESSADO NELE!!! VOCÊ NUNCA PERCEBEU!? É UMA LERDA MESMO!!!
Yoi sai correndo pelo corredor e Masato vai atrás:
- YOI-CHAN!
- Ei, Masato! Deixa ela pra lá, sai do corredor! Você tá pelado!
- Eu já to indo...
- O único que pode te ver pelado a partir de agora sou eu, certo?
- De qualquer forma, volte pro seu dormitório. Eu já não quero mais...
- Acharia estranho se você quisesse, depois de uma briga dessa com a sua namorada...
- E VOCÊ ACHA QUE A CULPA É DE QUEM, MALDITO!?
- A culpa é sua por ter me seduzido... Hahahaha...! Até logo...
Jack encosta a sua boca na de Masato, que o empurra no primeiro momento, mas depois vai abrindo a boca lentamente e enfiando sua língua. Jack passa a mão por seus cabelos e nuca enquanto sua outra mão descia pelas costas dele, logo chegando em seu traseiro.
- Já chega disso, vai pro seu dormitório, seu pervertido...
- Então é isso que você pensa de mim? Isso é ruim, né...
- Não importa se é bom ou não, vai logo!
- Que cruel... Eu já to indo!
Masato encosta a porta e vai dormir, mas esquece de trancar. Quando acorda, se depara com Jack totalmente nu em cima dele:
- Sato-kun!!! Vamos brincar um pouco antes de ir pra aula!!!
- Mas o que...? Como você entrou aqui?
- Pela porta, né!! Que por acaso não estava trancada, hehe...
- São 3 da manhã, eu to com sono... EI, ESPERA!
- Não faça tanto escândalo, vai acordar os outros...
- Para com isso, Jack!
- Você diz isso, mas seu lindo rosto diz outra coisa. Vou começar segurando isso aqui... Não posso nem encostar em você que seu corpo começa a reagir... Já esta todo molhado...
- Não precisa me dizer tudo o que acontece, idiota!
- Certo, certo...
Jack começa a mover o pênis de Masato com as duas mãos enquanto lambia seu pescoço e mordia sua orelha. Depois disso, desceu sua língua até as coxas de Masato e lhe deu uma mordida naquela região, deixando uma pequena marca roxa em sua perna:
- Jack, isso já é apelação! AAH!
- Não faça tanto escândalo! Você pode estar excitado comigo, mas não acorde os outros!
Jack se senta no colo de Masato, movendo seus quadris. Masato o segura e acaricia seu membro, fazendo com que Jack soltasse um pequeno gemido:
- Sato- kun, não precisa fazer isso se não quiser...
- Se eu não fizer, vou estar deixando você fazer tudo sozinho. Isso é um saco...
- Nesse caso... Me coma, Sato-kun...
Jack desce do colo de Masato e se põe de quatro na frente dele:
- Por favor, Sato-kun...
Masato se levanta e o segura pelos quadris, colocando seu pênis dentro de Jack e o movimentando com força, fazendo-o sentir dor e prazer, fazendo-o gemer, gritar, berrar por mais:
- Não foi você quem disse pra não acordar os outros?
- Eu não consigo... Você é bom nisso, Sato-kun... Eu não consigo ficar sem pedir por mais... Eu acho que vou... AAH! AAH!
Jack senta-se no colo de Masato, agora virado de costas para ele, pulando em seu colo, usando suas ultimas forças para o prazer de seu “parceiro” e depois caindo para frente, debruçado. Masato cai por cima de seu corpo e continua até se cansar e se debruçar totalmente por cima de Masato:
- Estou acabado! Não consigo mais me mexer!
- Eu te amo, Sato-kun...
- Eu também... Hum? Como assim você me diz isso e dorme...? Isso é injusto...!
+ + +
Mais tarde, Jack e Masato vão almoçar juntos na laje da escola:
- Né, Masato... Isso significa que você trocou a Yoi-chan por mim, né?
- Que rude! Isso é jeito de falar de mim!
- Ah, Yoi-chan! Você tava ai...
- De qualquer forma, eu tava querendo falar com o Sato-kun.
- Comigo?
- É. De qualquer forma, não estou brava com você por causa disso... até porque, eu estava mesmo tentando arranjar algum motivo pra terminar com você... Eu estava saindo com outro também...
- Ah, tá... Espera ai, como é que é!?
- Você não me dava mais a atenção que eu queria, então eu comecei a sair com o Nagano Satoru há 2 semanas...
- Então... tá tudo bem mesmo?
- Foi o que acabei de dizer, não é? Era só isso. Tchau.
- Então ela tava mesmo te traindo...
- Você sabia?
- Desconfiava. Eu vi eles numa boate outro dia... Deixa isso pra lá, o importante é que a gente tá junto agora...
- Ei! Aqui não!!!
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